Somos inevitavelmente controlados pela vontade amor, pela necessidade de gostar de alguém para além de nós próprios. Talvez nem todos tenhamos esta necessidade ao mesmo tempo, no mesmo espaço de tempo e da mesmo forma. Os imprevistos não são os mesmos, os perdões e as desculpas esfarrapadas também não. Cada um vive o seu próprio amor, controlando ou não o seu coração. Pedindo ajuda ou não, sendo forte ou não.
Cada um, sozinho, domina a vontade que tem de amar. Sendo que esta vontade chega a levar às lágrimas mas doentias, chegando o amor a ser confundido com o ódio que todos um dia vão sentir.
Ninguém copia os sentimentos de ninguém, ainda que se tente, os sentimentos têm a sua particularidade e o seu efeito em cada pessoa. Desde as borboletas na barriga até aos arrepios na espinha.
Cada trata das feridas do seu amor, sendo médicos de si mesmos umas quantas vezes na Vida. Curando as feridas, deixando cicatrizes e danos em todas as pessoas, o amor é assim: imprevisível.
No amor promete-se o Mundo, dá-se a esperança de amor eterno e de todas as vezes há um fim por uma razão ou outra.
Gosta-se em segredo e outras vezes só é segredo para nós próprios.
Usámos o Amor como droga, tira-nos o tempo e toda e qualquer paciência, mas sabe bem quando acontece apesar das sequelas que tem depois.
Ainda bem que afinal conseguiste :) Queres seguir medicina, não é ? Vais para um colégio espetacular !
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